Descubra 17 sintomas de testosterona baixa que muitos homens ignoram e saiba quando é hora de fazer exames e procurar um médico.
Se você anda cansado, sem vontade de treinar e com a libido em queda, pode ser mais do que “stress” ou idade. Em muitos casos, esses são sintomas de testosterona baixa que passam anos sendo ignorados.
A testosterona baixa (hipogonadismo) é relativamente comum, principalmente depois dos 40 anos, e está ligada a alterações físicas, sexuais, emocionais e metabólicas. De acordo com o portal médico Tua Saúde, a testosterona baixa em homens é, em geral, quando a testosterona total fica abaixo de 200 ng/dL, confirmada em pelo menos duas dosagens pela manhã.
Estudos e revisões clínicas reunidos em fontes como Tua Saúde – Testosterona baixa e Tua Saúde – Testosterona mostram que a deficiência desse hormônio pode causar: queda da libido, perda de pelos, redução de massa muscular, aumento de gordura abdominal, cansaço intenso, anemia e alterações de humor e memória.
O objetivo do Projeto Alfa com este conteúdo é simples: listar, de forma direta, os principais sinais de testosterona baixa, para que você saiba quando é hora de fazer exames e procurar ajuda médica.
Aviso Projeto Alfa: este conteúdo é informativo e não substitui consulta com médico. Se você se identificar com vários sintomas, procure um endocrinologista ou urologista.
O que é testosterona baixa?

A testosterona é o principal hormônio sexual masculino, produzida principalmente pelos testículos. Ela participa de funções como:
- desenvolvimento de massa muscular e força;
- produção de espermatozoides;
- manutenção da libido e da função erétil;
- distribuição de gordura corporal;
- manutenção da massa óssea;
- energia, disposição e parte da estabilidade emocional.
Segundo o artigo “Testosterona baixa: o que é, sintomas, causas, exames e tratamento”, do Tua Saúde, considera‑se testosterona baixa no homem quando:
- testosterona total < 200 ng/dL, em pelo menos 2 medidas pela manhã,
- ou testosterona livre abaixo do intervalo de referência,
- associadas a sintomas clínicos.
Essa condição é chamada de hipogonadismo. Ainda segundo o Tua Saúde, as causas mais comuns incluem:
- envelhecimento;
- obesidade;
- diabetes mellitus;
- uso crônico de certos medicamentos (corticoides, opioides, cetoconazol);
- traumas ou doenças testiculares;
- tumores na hipófise/hipotálamo;
- doenças crônicas como doença renal avançada, HIV e DPOC.
17 sintomas de testosterona baixa que você não deve ignorar
Nem todo homem terá todos os sinais. Mas, quanto mais sintomas de testosterona baixa você acumula, maior a chance de algo não estar bem com sua produção hormonal.
1. Diminuição da libido (vontade de sexo)
- Queda clara no interesse por sexo;
- sensação de que “antes era outro cara” e hoje quase não tem iniciativa;
- pode ou não vir acompanhada de dificuldade de ereção.
A diminuição da libido é listada entre os principais sintomas de testosterona baixa em homens pelo Tua Saúde.
2. Dificuldade de ereção e menos ereções espontâneas
- Ereção mais fraca ou que não se mantém;
- menos ereções matinais;
- maior dificuldade para manter a rigidez durante o ato.
A ereção depende de vasos, nervos e fatores psicológicos, mas a baixa testosterona é citada como uma das causas de disfunção erétil em conteúdos como Tua Saúde – Testosterona baixa e materiais de hipogonadismo masculino.
3. Fadiga constante e falta de energia
- Cansaço ao longo do dia, mesmo dormindo aparentemente bem;
- sensação de “bateria fraca” para trabalhar, treinar e socializar.
A sensação de fraqueza e cansaço é descrita entre os sintomas de hipogonadismo e andropausa em artigos sobre testosterona baixa e andropausa, como em Tua Saúde – Andropausa.
4. Perda de massa muscular e força
- Você perde músculo mesmo mantendo o treino;
- o peso da barra diminui ou estagna;
- braços e pernas parecem mais finos.
A testosterona é um hormônio anabólico, fundamental para a massa magra. A redução da massa muscular aparece como sintoma típico tanto em Tua Saúde – Testosterona baixa quanto em Tua Saúde – Testosterona.
5. Aumento de gordura abdominal
- Barriga crescendo, mesmo sem grande mudança percebida na alimentação;
- sensação de “substituição” de músculo por gordura, principalmente no abdômen.
A obesidade abdominal é citada diretamente como manifestação comum em homens com testosterona baixa em Tua Saúde – Testosterona baixa.
6. Diminuição de pelos corporais e da barba
- Barba crescendo mais rala, falhada ou mais lenta;
- menos pelos em pernas, braços, peito e abdômen.
A perda de pelos corporais está listada entre os sintomas de testosterona baixa em artigos de referência como Tua Saúde – Testosterona.
7. Mudanças de humor, irritabilidade e ansiedade
- Pavio curto, irritação com facilidade;
- alternância entre desânimo e explosões de raiva;
- aumento da ansiedade em situações que antes eram normais.
Alterações de humor e irritabilidade são sintomas comuns tanto em andropausa quanto em quadro de testosterona baixa, segundo Tua Saúde – Andropausa e Tua Saúde – TPM masculina.
8. Sintomas depressivos e desmotivação
- Falta de vontade de fazer atividades que antes davam prazer;
- sensação de apatia, vazio ou falta de direção;
- em cenários mais graves, depressão diagnosticada.
Revisões sobre hipogonadismo e testosterona apontam relação entre baixa testosterona e sintomas depressivos, como citado em Tua Saúde – Testosterona e materiais de sociedades de endocrinologia.
9. Piora da memória e do foco (performance cognitiva)
- Dificuldade de se concentrar em tarefas simples;
- esquecimento de compromissos e detalhes;
- sensação de “mente lenta” ou “neblina mental”.
Conteúdos sobre testosterona e andropausa, como Tua Saúde – Andropausa, mencionam dificuldade de concentração e perda de memória de curto prazo como sintomas possíveis do declínio hormonal.
10. Sono ruim e insônia
- Dificuldade para pegar no sono ou mantê‑lo;
- acordar várias vezes à noite;
- acordar cansado, mesmo após muitas horas na cama.
A insônia e o sono fragmentado aparecem entre os sinais associados à andropausa e deficiência androgênica em artigos como Tua Saúde – Andropausa.
11. Sudorese excessiva e ondas de calor
- “Calorões” repentinos;
- suor excessivo, principalmente à noite;
- vermelhidão em rosto, pescoço e peito.
Ondas de calor e sudorese são descritas em quadros de testosterona baixa e andropausa em homens, conforme Tua Saúde – Testosterona baixa e Tua Saúde – Andropausa.
12. Redução do volume testicular
- Sensação de que os testículos diminuíram de tamanho;
- em alguns casos, dor, atrofia ou histórico de trauma local.
Alterações de testículo e produção hormonal costumam caminhar juntas em casos de hipogonadismo, como descrito em materiais sobre testosterona baixa e hipogonadismo masculino.
13. Ginecomastia (aumento das mamas)
- Aumento de volume na região do peito;
- em alguns casos, dor ou sensibilidade nos mamilos;
- aparência de “peito caído”, mesmo em homens magros.
O desequilíbrio entre testosterona e estrogênio pode levar à ginecomastia, como descrito em Tua Saúde – Testosterona baixa e em conteúdo específico sobre ginecomastia.
14. Diminuição da massa óssea e risco de osteoporose
- Dores nos ossos ou nas costas;
- fraturas com traumas leves, principalmente em homens mais velhos.
A testosterona é importante para manter a densidade óssea; sua deficiência aumenta o risco de osteopenia e osteoporose, o que é citado em artigos sobre hipogonadismo e andropausa, como em Tua Saúde – Andropausa.
15. Anemia e palidez
- Cansaço ainda maior, associado a falta de ar aos esforços;
- pele e mucosas mais pálidas.
A participação da testosterona na produção de glóbulos vermelhos é citada em revisões sobre hipogonadismo; a anemia é listada entre os sinais clínicos associados em Tua Saúde – Testosterona baixa.
16. Infertilidade
- Dificuldade para engravidar a parceira;
- exames apontando baixa contagem ou baixa qualidade de espermatozoides.
A testosterona baixa pode reduzir a produção de esperma e impactar a fertilidade masculina, como descrito em conteúdos médicos sobre hipogonadismo e em Tua Saúde – Testosterona baixa.
17. Resistência à insulina, ganho de gordura e risco metabólico
- Aumento da gordura abdominal;
- triglicérides e glicemia alterados;
- diagnóstico ou risco elevado de pré‑diabetes e diabetes tipo 2.
Níveis reduzidos de testosterona estão associados a maior resistência à insulina e risco de síndrome metabólica, conforme descrito em Tua Saúde – Testosterona baixa.
Quando desconfiar de testosterona baixa?
Vale ligar o alerta quando:

- você se encaixa em vários sintomas da lista, especialmente queda de libido, cansaço, perda de massa muscular e aumento de gordura abdominal;
- tem mais de 40 anos e percebeu um declínio acelerado na disposição, forma física e vida sexual;
- tem histórico de obesidade, diabetes, uso prolongado de corticoides ou opioides, ou problemas testiculares.
Nessas situações, não faz sentido ficar só “no achismo”. É hora de conversar com um médico e fazer exames, como sugerem os próprios materiais de referência sobre testosterona baixa e andropausa, por exemplo o Tua Saúde – Testosterona baixa.
Exames para confirmar testosterona baixa
O diagnóstico de testosterona baixa é sempre médico, mas costuma envolver:

Testosterona total
- Coletada pela manhã (entre 7h e 10h);
- em caso de valor baixo, o exame costuma ser repetido para confirmação.
Testosterona livre e outros hormônios
Dependendo do caso, o médico pode solicitar:
- testosterona livre;
- LH e FSH;
- prolactina;
para investigar melhor a causa do hipogonadismo, como descrito em Tua Saúde – Testosterona baixa e em materiais sobre hipogonadismo.
Exames complementares
- perfil lipídico, glicemia, hemograma completo;
- em alguns casos específicos, exames de imagem, como ressonância de hipófise.
Atenção: não use testosterona por conta própria para “corrigir” sintomas. O uso inadequado pode bloquear a produção natural, prejudicar a fertilidade e aumentar riscos cardiovasculares e prostáticos. A própria Sociedade Brasileira de Urologia alerta que reposição hormonal só deve ser feita com indicação médica, como reforçado em artigos sobre reposição hormonal masculina.
Alimentos que Aumentam a Testosterona Naturalmente
Possíveis causas da testosterona baixa
Entre as causas mais comuns citadas na literatura e reforçadas por fontes como Tua Saúde – Testosterona baixa:
- envelhecimento natural (queda gradual a partir dos 30–40 anos);
- obesidade e sedentarismo;
- diabetes mellitus e resistência à insulina;
- uso prolongado de alguns medicamentos (corticoides, opioides, cetoconazol);
- doenças, infecções ou traumas nos testículos;
- tumores ou alterações na hipófise/hipotálamo;
- consumo excessivo de álcool e tabagismo;
- doenças crônicas, como doença renal avançada, HIV e DPOC.
Só um médico, avaliando história clínica, exame físico e exames laboratoriais, pode fechar o diagnóstico e indicar o melhor tratamento.
O que fazer se você se identificou com os sintomas?
- Agende uma consulta com endocrinologista ou urologista;
- Leve anotado:
- há quanto tempo notou os sintomas;
- mudanças em peso, sono, treino e libido;
- medicamentos que usa hoje.
- Siga as orientações para realizar os exames (jejum, horário de coleta, remédios que devem ser suspensos).
Em paralelo, existem atitudes que ajudam a proteger ou recuperar a produção natural de testosterona (principalmente em casos leves e moderados), em linha com recomendações de artigos como Tua Saúde – Testosterona e Tua Saúde – Andropausa:
- reduzir gordura corporal, principalmente abdominal;
- treinar força com regularidade;
- dormir de 7 a 9 horas por noite;
- diminuir ou cortar álcool e parar de fumar;
- cuidar do estresse crônico.
No Projeto Alfa, você encontra conteúdos específicos sobre alimentação, treino, sono e estilo de vida voltados exatamente para otimizar seus hormônios de forma natural.
(Aqui você pode inserir links internos para seus outros artigos.)
FAQ: dúvidas comuns sobre sintomas de testosterona baixa
Use estas perguntas no bloco de FAQ do Rank Math.
1. Quais são os principais sintomas de testosterona baixa?
Os principais sintomas de testosterona baixa incluem queda da libido, dificuldade de ereção, cansaço constante, perda de massa muscular, aumento de gordura abdominal, alterações de humor, sono ruim, perda de pelos e, em alguns casos, infertilidade e anemia. Esses sinais são consistentes com o que é descrito em Tua Saúde – Testosterona baixa.
2. A partir de que idade a testosterona começa a cair?
Em geral, a testosterona começa a cair de forma gradual a partir dos 30–40 anos, e o declínio tende a se acentuar com o avanço da idade, como explicado em Tua Saúde – Andropausa.
3. Como saber se meu nível de testosterona está baixo?
A única forma confiável é através de exames de sangue, avaliando testosterona total (e, em alguns casos, testosterona livre e outros hormônios), sempre interpretados por um médico, como orientam Tua Saúde – Testosterona baixa e Tua Saúde – Testosterona.
4. Testosterona baixa tem tratamento?
Na maior parte dos casos, sim. Dependendo da causa, é possível melhorar o quadro com mudança de estilo de vida, perda de peso, ajuste de medicamentos e, quando indicado, terapia de reposição hormonal, sempre com acompanhamento médico, como explicado em Tua Saúde – Reposição hormonal masculina.
5. É perigoso usar testosterona sem orientação médica?
Sim. Usar testosterona sem acompanhamento pode bloquear a produção natural, prejudicar a fertilidade, alterar o perfil lipídico, aumentar o risco de eventos cardiovasculares e impactar a saúde da próstata. Tanto o Tua Saúde – Reposição hormonal masculina quanto materiais da Sociedade Brasileira de Urologia reforçam que reposição hormonal deve ser feita apenas com indicação e acompanhamento médico.
Conclusão: testosterona baixa não é “frescura”, é saúde masculina
Ignorar sintomas de testosterona baixa e seguir empurrando com a barriga é o que faz muitos homens:
- ganharem gordura e perderem massa muscular;
- verem a autoestima despencar;
- enfrentarem problemas na vida sexual e nos relacionamentos;
- aumentarem o risco de doenças metabólicas e ósseas.
Se você se reconheceu em vários dos 17 sinais deste artigo, este é o momento de agir — não de sentir culpa.
- Procure um médico para investigar e fechar o diagnóstico;
- use o Projeto Alfa como manual prático para ajustar alimentação, treino, sono e hábitos que favorecem seus hormônios;
- não trate sua saúde hormonal como tabu.
Homem alfa não é o que finge ser forte. É o que assume o comando da própria saúde.